Estudo indica que o clima ficará mais rigoroso no Nordeste

Maio 6, 2016 Sem comentários »

Apoiadas pelo Banco Mundial, que lhes forneceu a ajuda financeira, a Funceme e as universidades federais do Ceará (UFC) e do Rio Grande do Norte (UFRN) estão a finalizar um estudo que tratou, especificamente, dos efeitos do aquecimento do planeta no Nordeste.

A conclusão do estudo já preocupa não só a academia cearense e potiguar, como também todo o empresariado do setor da agropecuária regional. O estudo revela que a temperatura realmente está subindo e que, de agora em diante, as secas e a estação de chuvas na geografia nordestina serão 8 ou 80, isto é, acontecerão de modo extremo, causando graves prejuízos.

O secretário de Recursos Hídricos do Governo do Ceará, engenheiro Francisco Teixeira, disse a um grupo de empresários da indústria e da agropecuária, com os quais almoçou na última segunda-feira, dia 2, que o estudo abrangeu também o impacto e o processo de adaptação da região Nordeste às mudanças climáticas, “nas bacias estendidas do São Francisco”.

Bacias estendidas do São Francisco são aquelas que o Projeto São Francisco de Integração de Bacias beneficiará quando estiver em operação no fim deste ano.Essas bacias são as do Salgado e Jaguaribe, no Ceará; Apodi e Açu, no Rio Grande do Norte; e Piranhas, Coremas e Mãe D’Água, na Paraíba. Como se observa, os nordestinos ainda viveremos muitas emoções causadas pela natureza.

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