Brasil registra 153 mortes por H1N1

Abril 20, 2016 Sem comentários »

Boletim divulgado pelo Ministério da Saúde informa que de janeiro até o dia 9 de abril foram registrados 1.012 casos de síndrome respiratória aguda grave provocada pela influenza A (H1N1), conhecida como gripe A. O número de mortes mais que dobrou em duas semanas, passando de 71, até 26 de março, para 153.

Com 758 registros de infecção pelo vírus, a Região Sudeste concentra o maior número de casos, sendo 715 em São Paulo. Outros estados que registraram casos neste ano foram Santa Catarina (86), o Paraná (32) e Goiás (29); o Distrito Federal (26), Minas Gerais (21) e o  Rio de Janeiro (20); o Rio Grande do Sul (15), Pará (14) e Mato Grosso do Sul (13); a Bahia (12), Pernambuco (11), o Ceará (5) e Mato Grosso (3); o Rio Grande do Norte (3), Espírito Santo (2), a Paraíba (2), o Amapá (1) e o Amazonas (1).

Com relação ao número de óbitos, São Paulo segue no topo da lista, com 91 registros, seguido por Santa Catarina (10) e Goiás (9). São seguidos pelo Rio de Janeiro (8), Rio Grande do Sul (6) e Minas Gerais (4); o Distrito Federal (3), Mato Grosso do Sul (3), a Bahia (3) e o Pará (3); o Mato Grosso (2), Paraná (2), Rio Grande do Norte (2) e o Ceará (2). Na lista aparecem também Pernambuco (1), a Paraíba (1), o Amapá (1) e o Amazonas (1).

Sintomas

Os principais sintomas da Influenza A, mais conhecida comoH1N1, são infecção aguda das vias aéreas e febre — em geral mais acentuada em crianças do que em adultos. Também podem surgir calafrios, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, moleza e tosse seca, além de diarreia, vômito, fadiga e rouquidão.

Cuidados

É importante destacar que os cuidados básicos são a melhor prevenção contra H1N1, como a higienização das mãos. Quem está doente deve evitar aglomerações para não transmitir a doença.

Prevenção

A campanha de vacinação contra a H1N1 terá início no dia 30 de abril, porém nesta sexta-feira (01º), o Ministério da Saúde começa a distribuir o imunizante aos estados.

Nesta campanha, além das pessoas com 60  anos  ou mais de idade, serão vacinadas  as crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco  anos, as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores de saúde, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais,  os  adolescentes  e  jovens  de  12  a  21  anos  de  idade  sob  medidas  socioeducativas,  a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

CNEWS

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